Trio Elas por Elas

21 de março de 2007
Theatro São Pedro – Porto Alegre

Estréia oficial do Trio “Elas por Elas”

Recitais de Câmara apresentando o

Trio “Elas por Elas”

uma idéia para celebrar a mulher

As musicistas:

Hella Frank, violino
Inge Schmiedt Volkmann, violoncelo
Olinda Allessandrini, piano

Apresentam obras de compositoras mulheres:

Cecilia Marie Barthelemon, Inglaterra
Cécile Chaminade, França
Chiquinha Gonzaga, Brasil
Fanny Mendelssohn, Alemanha

Entrada Franca

Published in: on 20 \20\UTC janeiro, 2007 at 15:42  Comentários desativados em Trio Elas por Elas  

Olinda Allessandrini em Belo Horizonte

O Projeto Viva Música apresenta a pianista
Olinda Allessandrini
no dia 14 de março, quarta-feira.

Local: Auditório da Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais

Às 17:40, Palestra: “Um Panorama da Produção Musical de Radamés Gnattali”.

Às 18h30, Recital de Piano Radamés Gnattali.
Entrada franca

Coordenação: Profª Margarida Borghoff

Published in: on 4 \04\UTC dezembro, 2006 at 12:40  Comentários desativados em Olinda Allessandrini em Belo Horizonte  

Trio “Elas por Elas”

30 de novembro de 2006
Escola Evangélica de Ivoti, 20h15min

3 de dezembro de 2006
Hotel Casacurta, Garibaldi, 20 h

Recitais de Câmara apresentando o

Trio “Elas por Elas”

uma idéia para celebrar a mulher

As musicistas:

Hella Frank, violino
Inge Schmiedt Volkmann, violoncelo
e
Olinda Allessandrini, piano

Apresentam obras de compositoras mulheres:

Cecilia Marie Barthelemon, Inglaterra
Cécile Chaminade, França
Chiquinha Gonzaga, Brasil
Fanny Mendelssohn, Alemanha

Entrada Franca

Published in: on 27 \27\UTC novembro, 2006 at 0:45  Comentários desativados em Trio “Elas por Elas”  

Carmina Burana

Jornal ZERO HORA, Segundo Caderno
21 de outubro de 2006, por Lauro Schirmer.

olinda-carmina.jpg

Published in: on 21 \21\UTC outubro, 2006 at 14:39  Comentários desativados em Carmina Burana  

Jornal Zero Hora

14 de fevereiro de 2006, por Luís Augusto Fischer.

olinda-livro.jpg

Published in: on 14 \14\UTC fevereiro, 2006 at 17:31  Comentários desativados em Jornal Zero Hora  

Jornal ABC

Caderno D, de domingo 30 de outubro de 2005, por Juarez Fonseca.

olinda-nazareth-joplin.jpg

Published in: on 30 \30\UTC outubro, 2005 at 15:24  Comentários desativados em Jornal ABC  

Revista Aplauso

AMÉRICA DE PONTA A PONTA

Olinda Allessandrini reata um elo perdido entre as músicas de Scott Joplin e Ernesto Nazareth

por FÁBIO PRIKLADNICKI

A pianista Olinda Allessandrini não é lá muito dada a profecias, mas a cada disco aparece com uma revelação. No ano passado, mostrou o que há em comum entre o pampa brasileiro, argentino e uruguaio, reunindo músicas de compositores eruditos das três nacionalidades no disco PamPiano . Agora, em Ébano e Marfim , seu sétimo CD de música para piano solo, ela reata outras pontas musicais e geográficas: é a vez de revelar o que têm a ver os compositores Scott Joplin (1868-1917), norte-americano, e Ernesto Nazareth (1863-1934), brasileiro.

Quem prestou atenção nas datas entre parênteses acima já percebeu que as duas figuras viveram na mesmíssima época. Além disso, ambos tiveram papel preponderante no desenvolvimento das culturas nacionais de seus países, transformando-se em pontes autorais entre música erudita e popular. Joplin é um dos nomes mais importantes do ragtime, gênero que desembocaria no jazz. Nazareth, por sua vez, foi praticante da polca, do maxixe e da valsa, entre outros, sedimentando o choro como gênero nacional e abrindo caminho para aquele outro tipo de choro, mais solto e matreiro, como o de Pixinguinha.

A aproximação entre Joplin e Nazareth não é de hoje: ambos são considerados espécie de “almas gêmeas” musicais na América (respectivamente do norte e do sul). Mas Olinda foi fundo na idéia, intercalando no disco composições de ambos, a ponto de o ouvinte poder se confundir com as semelhanças. E era mesmo essa a idéia.

A pianista conta que, ao contrário de outros músicos do continente americano na época, que se aperfeiçoavam na Europa, sofrendo influência do romantismo e deixando de valorizar as manifestações de seus países, Joplin e Nazareth pegaram o melhor dos dois mundos. Cada um a seu modo, claro. “Eles absorveram ritmos e danças rituais dos africanos – Joplin, na Louisiana, e Nazareth, no Rio de Janeiro. A simbiose entre as duas culturas, européia e afro, marcou a música de ambos”, afirma Olinda.

Ao contrário do disco anterior, planejado e realizado “em pouquíssimo tempo”, Ébano e Marfim é um projeto de longa data: ficou 11 anos na cabeça da intérprete. O motivo da demora? “Foi um projeto de muito amadurecimento. Fiz uma pesquisa cuidadosa das obras a serem gravadas e procurei as semelhanças do ponto de vista musical, nem sempre muito claras para o ouvinte”, diz. “A própria definição da seqüência das faixas foi muito planejada.”

O disco abre com Maple Leaf Rag , de Joplin, seguida de Odeon , talvez a mais conhecida de Nazareth. E assim se sucedem, intercaladas, as músicas de cada autor, em um diálogo cuidadosamente equilibrado. Se Odeon , de 1910, é como um cavalo-de-batalha na obra de Nazareth (há poucos anos foi tema da novela global O Cravo e a Rosa ), da parte de Joplin o ouvinte vai reconhecer The Entertainer , de 1902, que aparece no filme Golpe de Mestre (1973), de George Roy Hill, com Paul Newman e Robert Redford.

Nas 18 faixas do disco, a atmosfera entre o erudito e o popular cai como uma luva para a pianista, que tem em sua carreira um histórico de desafio aos limites entre os dois pólos, sem preconceito. “Hoje em dia, o intérprete precisa de uma versatilidade que crie uma empatia com o seu público”, afirma. “O importante é apresentar música de qualidade, seja ela contemporânea, renascentista ou de caráter nacionalista.” Olinda, por sinal, já está bolando outros dois discos. Mas, sobre essas novas revelações, ela impõe a mesma discrição bem-humorada que mantém com relação à sua idade: não revela “nem com palitinho embaixo da unha”.

Published in: on 10 \10\UTC dezembro, 2004 at 0:18  Comentários desativados em Revista Aplauso  

Sobre o CD “pamPiano” lançado em agosto 2004

… A melancolia do pampa, que inspira tantos artistas, dificilmente terá uma trilha sonora mais refinada. Com a leveza de sua interpretação, Olinda Allessandrinini valoriza a simplicidade da música do Sul da América Latina.
Mônica , Jornal do Comércio, Porto Alegre, Brasil

… Uma ótima idéia com um belíssimo resultado. Olinda fez um disco que é um achado desde o título…
Juarez Fonseca, Jornal ABC, Novo Hamburgo, Brasil

Published in: on 15 \15\UTC setembro, 2004 at 0:11  Comentários desativados em Sobre o CD “pamPiano” lançado em agosto 2004  

Mais alguns comentários

…uma verdadeira, autêntica e completa pianista. Seu fraseado é irretocável. Suas apresentações representam um completo prazer pela sua autenticidade musical.
José da Veiga Oliveira, Diário Popular, São Paulo, Brasil.

…análise vigorosa e matizada com gosto, domínio técnico e eloquente expressividade.
Aldo Obino, Jornal do Comércio, Porto Alegre, Brasil.

…o disco de estréia desperta, de imediato, grande interesse: energia na execução, detalhando com transparência as partituras originais.
Luiz Paulo Santos, Zero Hora, Porto Alegre, Brasil.

…cria um tecido de intensidades, toques de toda espécie que produzem timbres diferenciados, articulando assim os diversos elementos da forma musical imaginada pelo compositor.
Flávio Oliveira, Porto Alegre, Brasil.

…destacamos sua interpretação madura e perfeita, segura de seus inúmeros recursos técnico-instrumentais.
Antonio A. Argollo, Gazeta de Sergipe, Brasil.

…consegue entusiasmar seu público não só pelos seus grandes conhecimentos técnicos, mas, principalmente pelo entusiasmo com que interpreta a música.
Carmen Michels, da Alemanha para jornais brasileiros.

…demonstra ser intérprete de decidida expressão, admirável vigor, e uma detalhada e fértil articulação musical.
Barbara Kaempfert-Weitbrecht, Jornal General Anzeiger, Alemanha.

…a interpretação brilhante da pianista, além de uma técnica perfeita, deixou perceber sua alma brasileira. Uma apresentação musical perfeira.
S.K., Jornal Die Neckarquelle, Alemanha.

…demonstrou grande autoridade e extrema facilidade técnica. Sua interpretação de todas as obras foi extremamente persuasiva, criando momentos cativantes e encantadores.
Charles Ward, Houston Chronicle, USA.

…é uma brilhante pianista cuja técnica nos surpreendeu em suas oitavas e arpejos, seguros e incrivelmente velozes, e em seus delicados pianíssimos.
Teresa Palmero de Soria, La Razón, La Paz, Bolivia.

…alta técnica na execução dos temas e profundo conhecimento de cada partitura. Alessandrini seguramente está no nível das melhores concertistas que passaram por nossos palcos.
Mario Rios Gaslalú, Ultima Hora, La Paz, Bolivia.

Published in: on 3 \03\UTC agosto, 2004 at 0:05  Comentários desativados em Mais alguns comentários  

Comentários de Autoridades Musicais no Exterior

ESTADOS UNIDOS

 

…interpretou, com grande qualidade técnica e de forma bastante expressiva, as obras do programa. A sua brilhante apresentação atingiu o público presente de forma significativa, tendo criado momentos de grande emoção.
Martha C. Antunes, Setor Cultural da Embaixada Brasileira, Washington D.C.

…sua performance foi fantástica, e ela conseguiu trazer-nos um novo e maravilhoso enfoque a respeito das obras que tocou, graças a seus excelentes comentários e seu grande conhecimento de música.
Jack L. Eaton, Diretor, Butler University, Indianapolis.

…a qualidade de sua apresentação nos trouxe, com certeza, um dos mais entusiasmantes eventos culturais já realizados em nosso Campus.
Charles Banet, Presidente, Saint Joseph’s College, Indiana.

…com sua maravilhosa musicalidade, trouxe muito prazer a seu atento público, que expressou seu entusiasmo aplaudindo de pé, atitude raríssima em nosso meio.
George Sanders, Diretor, Eastern Illinois University.

 

ALEMANHA

 

…poder ouvir e apresentar uma pianista do seu gabarito é fazer do nosso trabalho de organizadores uma tarefa que só nos dá prazer.
Anne Chalegre-Mueller, Diretora, Chalegre-Mueller Promotion, Colônia.

…a excelente interpretação das composições de Villa-Lobos pela pianista, forneceu-nos reconhecida ajuda para a compreensão do potencial da música brasileira.
Andreas Gress, Diretor, Kodály-Chor, Hamburgo.

…a pianista proporcionou para o auditório uma noitada memorável.
Christian Bährens, Escola de Música Wilmesdorf, Berlim.

…é uma artista incomum, tocou para um público seleto, e recebeu aplausos entusiasmados.
Peter Ungelenk, Diretor, Jugendmusikschule, Schwenningen.

…o Seminário de Música teve um desenvolvimento pedagógico e musical excepcionalmente bom, e a pianista Olinda Allessandrini, por sua liderança e colaboração, conseguiu grande reconhecimento.
Adolf Lang, Diretor da Internationaler Arbeitkreis für Musik, Bonn.

Published in: on 8 \08\UTC julho, 2004 at 0:01  Comentários desativados em Comentários de Autoridades Musicais no Exterior